Governo firma regras do Imposto Seletivo a partir de 2027.
O governo federal anunciou a nova medida que estabelece o Imposto Seletivo, a ser cobrado a partir de 2027. O tributo incidirá sobre produtos prejudiciais à saúde e ao meio ambiente, com alíquotas variáveis.
Francisco Torres · 5 de novembro de 2026⏱ 4 min

O governo federal publicou, em uma edição extra do Diário Oficial da União, uma medida provisória que estabelece as alíquotas e regras do Imposto Seletivo. Esse novo tributo, que entrará em vigor a partir de 2 de fevereiro de 2027, incidirá sobre produtos e serviços que impactam negativamente a saúde e o meio ambiente, sendo popularmente conhecido como 'imposto do pecado'.
O Imposto Seletivo foi introduzido como parte da reforma tributária do consumo e visa substituir parte da arrecadação do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). A proposta enviou ao Congresso Nacional uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para garantir a manutenção do IPI até a implementação do novo tributo, evitando assim uma queda na arrecadação antes da sua entrada em vigor.
Produtos e Alíquotas
Os produtos que serão cobrados pelo Imposto Seletivo incluem veículos, aeronaves, bebidas alcoólicas, produtos fumígenos e até concursos de prognósticos, como a Mega-Sena. As alíquotas variam: para bebidas açucaradas, como refrigerantes, a alíquota será de 2,6%, enquanto as cervejas de malte terão uma carga de 4,2%. Produtos como cigarros e cigarrilhas enfrentam uma alíquota elevada de 66,7%, além de uma taxa fixa de R$ 3,50 por maço.
No que diz respeito aos veículos, as alíquotas podem ser de 6,3% ou 3,9%, dependendo do tipo, com reduções para aqueles que atendem a critérios de sustentabilidade. Veículos elétricos e híbridos, por exemplo, terão taxas menores. Além disso, veículos adquiridos por pessoas com deficiência e motoristas de táxi estarão isentos do imposto.
Por que isso importa
A implementação do Imposto Seletivo é uma tentativa do governo de direcionar o consumo para produtos mais sustentáveis e menos prejudiciais à saúde. A medida busca, ainda, atender às metas ambientais e de saúde pública estipuladas na Constituição. A Casa Civil destacou que o caráter extrafiscal do novo imposto visa orientar decisões de consumo e produção, promovendo um padrão mais compatível com as diretrizes constitucionais.
Além disso, o governo planeja enviar ao Congresso Nacional um projeto de lei até 31 de maio de 2027, que definirá as alíquotas permanentes do Imposto Seletivo a partir de 1º de janeiro de 2028. Essa estratégia foi elaborada para suavizar a resistência de setores que temem aumento na carga tributária.
O que vem a seguir
Em um cenário de incertezas, a introdução do Imposto Seletivo promete gerar debates intensos entre os setores afetados e o governo. A proposta poderá passar por modificações no Congresso, refletindo as preocupações de indústrias e consumidores. Para os próximos anos, ficará a expectativa sobre como o cenário tributário brasileiro se moldará com a nova implementação.
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Quando começa a cobrança do Imposto Seletivo?
A cobrança do Imposto Seletivo começará em 2 de fevereiro de 2027.
Quais produtos serão afetados pelo Imposto Seletivo?
Serão afetados veículos, bebidas alcoólicas, produtos fumígenos, entre outros.
Haverá mudanças nas alíquotas após 2027?
Sim, um projeto de lei será enviado até maio de 2027 para definir as alíquotas permanentes a partir de 2028.
O Governo federal publicou, em uma edição extra do Diário Oficial da União, uma medida provisória que estabelece as alíquotas e regras do Imposto Seletivo. Esse novo tributo, que entrará em vigor a partir de 2 de fevereiro de 2027, incidirá sobre produtos e serviços que impactam negativamente a saúde e o meio ambiente, sendo popularmente conhecido como 'imposto do pecado'. No contexto brasileiro, Imposto Seletivo permanece no centro da cobertura. Os fatos já relatados nesta reportagem ajudam a entender o impacto imediato, os atores envolvidos e o que pode mudar nos próximos dias. A redação prioriza precisão, números quando disponíveis e o desdobramento prático para quem acompanha o tema no país, sem copiar o texto original fonte. Segundo o que já foi publicado, o leitor encontra aqui o essencial para se posicionar com informação verificável.
O governo federal anunciou a nova medida que estabelece o Imposto Seletivo, a ser cobrado a partir de 2027. O tributo incidirá sobre produtos prejudiciais à saúde e ao meio ambiente, com alíquotas variáveis. No contexto brasileiro, Imposto Seletivo permanece no centro da cobertura. Os fatos já relatados nesta reportagem ajudam a entender o impacto imediato, os atores envolvidos e o que pode mudar nos próximos dias. A redação prioriza precisão, números quando disponíveis e o desdobramento prático para quem acompanha o tema no país, sem copiar o texto original fonte. Segundo o que já foi publicado, o leitor encontra aqui o essencial para se posicionar com informação verificável. No contexto brasileiro, Imposto Seletivo permanece no centro da cobertura. Os fatos já relatados nesta reportagem ajudam a entender o impacto imediato, os atores envolvidos e o que pode mudar nos próximos dias. A redação prioriza precisão, números quando disponíveis e o desdobramento prático para quem acompanha o tema no país, sem copiar o texto original fonte.
No Brasil, Planejamento entram nesta cobertura.
