Reforma tributária avança com alíquota de 11,3%, mas gera
A reforma tributária no Brasil avança com a aprovação da alíquota de 11,3% para a CBS, mas gera preocupações no setor produtivo sobre prazos e aumento de carga tributária.
Beatriz Romero · 2 de novembro de 2026⏱ 5 min

Contexto da reforma tributária
A reforma tributária no Brasil avança com a aprovação de uma alíquota de 11,3% para a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), novo tributo que substituirá outros impostos, como PIS e Cofins. Essa transição tem como meta iniciar sua vigência em 1º de janeiro de 2027. Contudo, o setor produtivo expressa preocupação com a possibilidade de aumento da carga tributária e com as mudanças nos prazos estabelecidos, que podem impactar o planejamento financeiro das empresas.
Na última quarta-feira, o Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou a alíquota, que agora segue para apreciação do Senado Federal, que deverá decidir até dezembro. Além disso, a regulamentação das alíquotas do Imposto Seletivo, que incidirá sobre produtos prejudiciais à saúde e ao meio ambiente, ainda está pendente. Esse imposto, que afetará produtos como cigarros e bebidas alcoólicas, também precisa de aprovação para garantir uma transição adequada e sem aumento de custos para as empresas.
Preocupações do setor produtivo
A divulgação da alíquota de 11,3% gerou um alvoroço entre representantes de diversas indústrias. A Coalizão das Frentes Produtivas, que reúne várias frentes parlamentares e associações empresariais, manifestou sua preocupação com a necessidade de que a reforma mantenha a neutralidade da carga tributária. Isso significa evitar aumentos ou perdas na arrecadação durante a transição dos impostos atuais para a CBS e o Imposto Seletivo.
O manifesto, assinado por 12 frentes e entidades, destaca a urgência de que o Senado analise com atenção os cálculos apresentados pelo TCU. Além disso, a expectativa de que a alíquota fosse mais baixa, em torno de 9%, se frustrou, gerando ainda mais incertezas sobre a viabilidade da reforma e suas consequências financeiras para as empresas.
Por que isso importa
A implementação da reforma tributária é vital para o setor empresarial, pois fornece os parâmetros necessários para que as empresas possam calcular sua carga tributária futura e ajustar seus preços de acordo. Com a falta de definições claras, muitos empresários enfrentam dificuldades para elaborar orçamentos e planejar a continuidade de seus negócios. Além disso, a necessidade de adaptar sistemas e processos internos para a nova legislação gera um ônus significativo que não pode ser ignorado.
A advogada Priscila Faricelli ressalta que a insegurança jurídica gerada pela indefinição das alíquotas dificulta o planejamento das empresas. Para evitar surpresas financeiras, a indústria defende a postergação da implementação da reforma tributária, permitindo que ajustes sejam feitos de forma mais adequada.
O que vem a seguir
Com a expectativa de que o governo federal encaminhe medidas provisórias para regulamentar as alíquotas do Imposto Seletivo e a Proposta de Emenda à Constituição que prorrogaria o IPI para produtos afetados, o cenário se torna ainda mais complexo. O início da cobrança do Imposto Seletivo está previsto para fevereiro de 2027, mas as empresas precisam de tempo para se adaptar às novas exigências fiscais.
A partir de 2029, a transição para o novo sistema tributário continuará com a substituição gradual do ICMS e do ISS pelo IBS (Imposto sobre Bens e Serviços). A conclusão desse processo está prevista para 2033, quando o novo sistema tributário estará totalmente implementado. Assim, acompanhar de perto esses desdobramentos é fundamental para garantir que a reforma atenda aos interesses tanto do governo quanto do setor produtivo.
A reforma tributária é um tema que merece atenção contínua, pois impacta diretamente na operação das empresas e na economia do país. Para mais informações atualizadas, visite festacomjeito.com.
Qual é a nova alíquota da CBS?
A nova alíquota da CBS é de 11,3%, aprovada pelo TCU.
Quando a reforma tributária começará a ser cobrada?
A cobrança da CBS começará em 1º de janeiro de 2027.
Quais são as preocupações do setor produtivo?
As principais preocupações incluem o aumento da carga tributária e a necessidade de adaptação às novas regras.
Contexto da reforma tributária A reforma tributária no Brasil avança com a aprovação de uma alíquota de 11,3% para a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), novo tributo que substituirá outros impostos, como PIS e Cofins. Essa transição tem como meta iniciar sua vigência em 1º de janeiro de 2027. Contudo, o setor produtivo expressa preocupação com a possibilidade de aumento da carga tributária e com as mudanças nos prazos estabelecidos, que podem impactar o planejamento financeiro das empresas. No contexto brasileiro, reforma tributária permanece no centro da cobertura. Os fatos já relatados nesta reportagem ajudam a entender o impacto imediato, os atores envolvidos e o que pode mudar nos próximos dias. A redação prioriza precisão, números quando disponíveis e o desdobramento prático para quem acompanha o tema no país, sem copiar o texto original fonte. Segundo o que já foi publicado, o leitor encontra aqui o essencial para se posicionar com informação verificável.
A reforma tributária no Brasil avança com a aprovação da alíquota de 11,3% para a CBS, mas gera preocupações no setor produtivo sobre prazos e aumento de carga tributária. No contexto brasileiro, reforma tributária permanece no centro da cobertura. Os fatos já relatados nesta reportagem ajudam a entender o impacto imediato, os atores envolvidos e o que pode mudar nos próximos dias. A redação prioriza precisão, números quando disponíveis e o desdobramento prático para quem acompanha o tema no país, sem copiar o texto original fonte. Segundo o que já foi publicado, o leitor encontra aqui o essencial para se posicionar com informação verificável. No contexto brasileiro, reforma tributária permanece no centro da cobertura. Os fatos já relatados nesta reportagem ajudam a entender o impacto imediato, os atores envolvidos e o que pode mudar nos próximos dias. A redação prioriza precisão, números quando disponíveis e o desdobramento prático para quem acompanha o tema no país, sem copiar o texto original fonte. Segundo o que já foi
No Brasil, Planejamento entram nesta cobertura.
