Reforma tributária avança, mas gera apreensão no setor
A reforma tributária avança, mas o setor produtivo expressa preocupações sobre alíquotas e prazos de implementação. A expectativa é que o governo busque garantir a neutralidade da carga tributária.
Verónica Gómez · 2 de novembro de 2026⏱ 4 min

Avanços e Desafios na Reforma Tributária
A implementação da reforma tributária focada no consumo está em andamento, mas ainda enfrenta desafios significativos. A proposta, que visa substituir tributos como PIS e Cofins pela nova Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), depende de decisões cruciais do governo e do Congresso Nacional para que comece a valer integralmente a partir de 2027. O setor produtivo, no entanto, demonstra preocupação quanto aos prazos e ao impacto na carga tributária.
Na última quarta-feira, 28 de janeiro, o Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou uma alíquota inicial de 11,3% para a CBS. Essa alíquota, que será enviada ao Senado Federal, tem até dezembro para ser oficializada. Os setores empresariais estão apreensivos, uma vez que os prazos para adequação são considerados curtos e a possibilidade de aumento na carga tributária é uma realidade a ser enfrentada.
Impostos em Debate
Além da CBS, duas questões ainda precisam ser resolvidas: a regulamentação das alíquotas do Imposto Seletivo e a aprovação de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para prorrogar a cobrança do IPI sobre produtos que também incidirão o Imposto Seletivo. Este imposto deve incidir sobre bens que prejudicam a saúde e o meio ambiente, como cigarros e bebidas alcoólicas.
O governo federal planeja enviar uma medida provisória com as alíquotas do Imposto Seletivo e a extensão do IPI nesta terça-feira, 2 de fevereiro. Essa medida é crucial, pois o Imposto Seletivo precisa de um Prazo de noventena para entrar em vigor. Assim, a expectativa é que a cobrança comece em fevereiro de 2027, mas o governo busca garantir arrecadação em janeiro prorrogando a vigência do IPI.
Por que isso importa
Essas definições são fundamentais para que as empresas possam planejar suas atividades e calcular a nova carga tributária que enfrentará a partir de 2027. A incerteza sobre as alíquotas tem dificultado a elaboração de orçamentos e estratégias de preços, o que pode impactar diretamente na competitividade das empresas brasileiras. A Coalizão das Frentes Produtivas expressou em manifesto que a transição deve manter a neutralidade fiscal, evitando que a mudança resulte em aumento de custos para consumidores e empresas.
O que vem a seguir
A próxima fase envolve a publicação da lista de produtos que continuarão a ter a cobrança do IPI e aqueles que terão a alíquota zerada. Além disso, a implementação da reforma tributária está dividida em etapas, com a totalidade do novo sistema tributário prevista para ser concluída até 2033. Nos próximos dias, as empresas e o setor produtivo aguardam mais clareza sobre as diretrizes e a segurança jurídica necessária para suas operações.
A pressão para garantir um sistema tributário justo e eficaz cresce à medida que as empresas se preparam para as mudanças que estão por vir. Para mais informações e atualizações sobre esse e outros assuntos, visite festacomjeito.com.
Qual é a nova alíquota da CBS?
A nova alíquota da CBS foi aprovada em 11,3%.
Quando a reforma tributária começará a valer?
A reforma começará a funcionar integralmente em 1º de janeiro de 2027.
Quais são os principais impostos que serão substituídos?
O PIS, a Cofins e o IOF-Seguros serão substituídos pela nova CBS.
A implementação da reforma tributária focada no consumo está em andamento, mas ainda enfrenta desafios significativos. A proposta, que visa substituir tributos como PIS e Cofins pela nova Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), depende de decisões cruciais do governo e do Congresso Nacional para que comece a valer integralmente a partir de 2027. O setor produtivo, no entanto, demonstra preocupação quanto aos prazos e ao impacto na carga tributária. No contexto brasileiro, reforma tributária permanece no centro da cobertura. Os fatos já relatados nesta reportagem ajudam a entender o impacto imediato, os atores envolvidos e o que pode mudar nos próximos dias. A redação prioriza precisão, números quando disponíveis e o desdobramento prático para quem acompanha o tema no país, sem copiar o texto original fonte. Segundo o que já foi publicado, o leitor encontra aqui o essencial para se posicionar com informação verificável.
A reforma tributária avança, mas o setor produtivo expressa preocupações sobre alíquotas e prazos de implementação. A expectativa é que o governo busque garantir a neutralidade da carga tributária. No contexto brasileiro, reforma tributária permanece no centro da cobertura. Os fatos já relatados nesta reportagem ajudam a entender o impacto imediato, os atores envolvidos e o que pode mudar nos próximos dias. A redação prioriza precisão, números quando disponíveis e o desdobramento prático para quem acompanha o tema no país, sem copiar o texto original fonte. Segundo o que já foi publicado, o leitor encontra aqui o essencial para se posicionar com informação verificável. No contexto brasileiro, reforma tributária permanece no centro da cobertura. Os fatos já relatados nesta reportagem ajudam a entender o impacto imediato, os atores envolvidos e o que pode mudar nos próximos dias. A redação prioriza precisão, números quando disponíveis e o desdobramento prático para quem acompanha o tema no país, sem copiar o texto original fonte. Segundo o que já foi
No Brasil, Planejamento entram nesta cobertura.

